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NOVO BLOGUE EM CONSTRUÇÃO

Apesar dos artigos irem saindo ao ritmo anterior – isto é: irregular – este espaço está ainda em construção.

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recomeçar

Ao segundo dia de 2008, acordei com vontade de fazer um balanço.

BOM
Entrar num estabelecimento e beber um cafézito sem ter de levar com as inalações dos outros. Que o diz é um fumador de um “prego” diário (ou nem isso). Aproveitei e li o DN de segunda-feira. Alguém escreve sobre o assunto e compara a actual lei do tabagismo à dos cintos de segurança. Agora percebo a lei dos cintos de segurança. E vejo por aí uns arautos das liberdades individuais com ar de escandalizados por terem coarctado a constituição. Temos pena, mas o cinto de segurança é obrigatório!

PÉSSIMO
Notícia da manhã: os estabelecimentos de ensino públicos vão ser proibidos de ter na sua designação a palavra “santo” ou “santa”. Eu até acho piada. É um bom começo de ano. Ora vamos cá ver…
Aqui ao lado há uma terra que se chama “São Mamede”. E tem uma escola que, só por mera coincidência ou vontade de algum fundamentalista cristão tem o curioso nome de “Colégio de São Mamede”. Proponho algumas sugestões: Colégio de Mamede, Colégio do Sr. Mamede, Colégio Daquilo Que Não Se Pode Dizer Mamede…
É só um exemplo que, mais tarde ou mais cedo, se poderá estender à toponímia. Por exemplo, no lugar de Serra de São Macário, deverá dizer-se Serra do Macário, que até nem fica mal. Mas, indo mais longe, um dia, quem sabe, poderemos arranjar outra designação para as marchas de Santo António: marchas de Lisboa. E caso elas sejam noutra localidade, passariam a chamar-se “marchas doutra localidade”. Aliás, deixaria de haver festas dos santos populares para haver “festas dos populares”.
E vai daí lembrei-me de elaborar um cartaz promocional desta nova espécie de projecto de lei…

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Ao segundo dia de 2008, acordei com vontade de fazer um balanço.

BOM
Entrar num estabelecimento e beber um cafézito sem ter de levar com as inalações dos outros. Que o diz é um fumador de um “prego” diário (ou nem isso). Aproveitei e li o DN de segunda-feira. Alguém escreve sobre o assunto e compara a actual lei do tabagismo à dos cintos de segurança. Agora percebo a lei dos cintos de segurança. E vejo por aí uns arautos das liberdades individuais com ar de escandalizados por terem coarctado a constituição. Temos pena, mas o cinto de segurança é obrigatório!

PÉSSIMO
Notícia da manhã: os estabelecimentos de ensino públicos vão ser proibidos de ter na sua designação a palavra “santo” ou “santa”. Eu até acho piada. É um bom começo de ano. Ora vamos cá ver…
Aqui ao lado há uma terra que se chama “São Mamede”. E tem uma escola que, só por mera coincidência ou vontade de algum fundamentalista cristão tem o curioso nome de “Colégio de São Mamede”. Proponho algumas sugestões: Colégio de Mamede, Colégio do Sr. Mamede, Colégio Daquilo Que Não Se Pode Dizer Mamede…
É só um exemplo que, mais tarde ou mais cedo, se poderá estender à toponímia. Por exemplo, no lugar de Serra de São Macário, deverá dizer-se Serra do Macário, que até nem fica mal. Mas, indo mais longe, um dia, quem sabe, poderemos arranjar outra designação para as marchas de Santo António: marchas de Lisboa. E caso elas sejam noutra localidade, passariam a chamar-se “marchas doutra localidade”. Aliás, deixaria de haver festas dos santos populares para haver “festas dos populares”.
E vai daí lembrei-me de elaborar um cartaz promocional desta nova espécie de projecto de lei…

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a taxa do saco

Porque a trajectória de minha opinião se identifica com a do Peço a Palavra, tomo a liberdade de transcrever a sua opinião:

Ao pincípio da tarde, na conclusão de mais um passeio higiénico, subo a Avenida em sentido oposto ao que seguira cerca de uma hora antes.
Em baixo, do lado direito de quem sobe, a azáfama da desmontagem das últmas tendas de feirantes.
Um olhar rápido, porque me provoca náuseas aquele espectáculo de caixas e caixinhas pelo chão, à mistura com plásticos de todas as cores e feitios, juntmente com outras porcarias… caixotes do lixo esventrados, numa pornografia sem limites.
Lembrei-me da anunciada e logo negada taxa ecológica sobre os sacos de plástico.
Confesso que fui contra, até porque me pareceu tratar-se de mais um sintoma da fome insaciável de taxas, por parte de um governo esquecido da mais antiga e mais eficaz via de redução de um défice: cortar nas despesas.
Afinal não era! Talvez tenha sido por isso que o governo desistiu da ideia.
Também não sei se essa taxa iria acabar com espectáculos deste género.
Mas é urgente fazer-se qualquer coisa: porque nos países civilizados, que ainda há alguns nesta Europa velha e doente, as feiras, ou mercados de rua, deixam limpos os espaços que ocuparam, onde, poucas horas depois de terminarem, não se vê o menor sinal do que ali se passou.
Que faltará aos Portugueses para perceberem que a casa de todos exige redobrados cuidados de cada um?

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a taxa do saco

Porque a trajectória de minha opinião se identifica com a do Peço a Palavra, tomo a liberdade de transcrever a sua opinião:

Ao pincípio da tarde, na conclusão de mais um passeio higiénico, subo a Avenida em sentido oposto ao que seguira cerca de uma hora antes.
Em baixo, do lado direito de quem sobe, a azáfama da desmontagem das últmas tendas de feirantes.
Um olhar rápido, porque me provoca náuseas aquele espectáculo de caixas e caixinhas pelo chão, à mistura com plásticos de todas as cores e feitios, juntmente com outras porcarias… caixotes do lixo esventrados, numa pornografia sem limites.
Lembrei-me da anunciada e logo negada taxa ecológica sobre os sacos de plástico.
Confesso que fui contra, até porque me pareceu tratar-se de mais um sintoma da fome insaciável de taxas, por parte de um governo esquecido da mais antiga e mais eficaz via de redução de um défice: cortar nas despesas.
Afinal não era! Talvez tenha sido por isso que o governo desistiu da ideia.
Também não sei se essa taxa iria acabar com espectáculos deste género.
Mas é urgente fazer-se qualquer coisa: porque nos países civilizados, que ainda há alguns nesta Europa velha e doente, as feiras, ou mercados de rua, deixam limpos os espaços que ocuparam, onde, poucas horas depois de terminarem, não se vê o menor sinal do que ali se passou.
Que faltará aos Portugueses para perceberem que a casa de todos exige redobrados cuidados de cada um?

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programas a dar c’um pau

Às vezes dou por mim a pensar: onde pára aquele programa de que não sei o nome e que encontrei um dia para fazer isto assim e tal…? É o que acontece quando instalamos, experimentamos, desinstalamos, voltamos a instalar porque não nos lembramos que já tínhamos instalados e voltamos a desinstalar… ufa!
Vai daí, lembrei-me de deixar um registo das experiências que vou fazendo. É mais um serviço à comunidade e, sobretudo, à minha organização pessoal.
Chama-se Blogramas.

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