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revelação

O prometido é devido e deixo-vos com a ideia que concretizei neste fim de semana. Usei um tubo em pvc que andava perdido lá na barraca. Com duas embalagens de detergente, que pareciam feitas à medida para aquilo, tapei-lhe os topos. Depois de abertos o buracos e encher o tubo com terra, consegui uma espécie de “jardins suspensos da babilónia”.

Para já, servirá para algumas culturas da época. No futuro, talvez de destine uma família de morangueiros.

Mais uma coisa, a ideia não é original minha: sugestão da cara-metade encontrada algures no mundo virtual…

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Ideia

Vou usar um tubo em pvc, daqueles que se usam para os esgotos, e duas embalagens de detergente. Mais pormenores serão desvendados quando a coisa estiver pronta.

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passeio até à barraca

Depois do que escrevi aqui e aqui, nuca mais dei novas do que se foi passando, nem da conclusão dos trabalhos. Apesar de parecerem as obras da Santa Engrácia, a verdade é que já acabei a barraca há bastante tempo e a efeméride até deu direito a inauguração com pompa e circunstância e entidades convidadas. Assim sendo, aproveito o que me traz aqui. Primeiro a foto:

E o que me traz até nem é a casota que se vê ao fundo, mas o caminho para lá chegar. A propósito, diz-se que o importante nem é a meta, mas o caminho que se faz e o que ele nos permite apreciar. Avancemos. Aquele passeio em madeira já estava contemplado no projecto virtual e já está, também ele concluído. Agora o que me ocupa mesmo são aquela espécie de canteiros laterais sugerido pela minha esposa. Juntado a ideia ao dia de promoção feita pelo Aki (leve 2 artigo e oferecemos o 3º mais barato) em pleno dia de páscoa e mãos à obra. Conta feitas, 16 metros daquela estacaria ficou-me em menos de 25 oiritos o que, para o efeito, é – foi – uma pechincha.

Para além de tornar o meu quintalito mais parecido com um jardim botânico, aquele espaço irá servir para colocar os seixos que vou apanhando da terra e que não são tão poucos quanto isso.

Um dia destes começo a promover visitas de estudo à minha quinta. Mas só um ou dois de cada vez, que não há espaço p’ra mais.

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evolução do abrigo

Abrigo de jardimA minha obra de engenharia já está a dar mostras da sua graça. Com a aplicação da madeira das paredes, parece que a coisa está a ganhar uma vida própria. Infelizmente está a demorar mais tempo do que o esperado: não é fácil quando estamos constantemente a bater com a cabeça nos grampos que ainda mantém aprumada alguma madeira. À conta disso, já tenho o cucoruto marcado com algumas cicatrizes de combate.

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terapia ocupacional

Em miúdo, uma das disciplinas que eu mais gostava era “trabalhos manuais”. Sim, essa malquista por alguns tecnocratas que se entretêm a inventar nomes tipo evt, sei lá. Para mim, os trabalhos manuais era um momento em que eu dava largas ao meu poder criativo. Não era lá grande poder, eu sei, mas havia sempre um prazer especial em construir qualquer coisa com as minha mãos e, no fim, poder dizer: eu fiz isto (por muito mal que estivesse feito). Não consigo imaginar-me nem definir-me sem esta constante e uma outra associada: mexer, palpar, tocar nos objectos e perceber como são feitos e como funcionam. A minha mãe que o diga.

Hoje sou mais grandinho, e adaptei, logicamente, as minhas ocupações à idade (e ao tamanho). é neste contexto que aparece um novo projecto pessoal e bem concreto. Estou a construir um abrigo de jardim (é mais de quintal, é certo)! Não daqueles que se vendem no aki, porque esses, pesando a relação qualidade preço, custam couro e cabelo. Neste momento, a obra encontra-se na fase que podem comprovar:

Apesar daquela confusão de ripas e barrotes, garanto-vos que estão diante de uma obra de engenharia que pede meças a qualquer uma. O que vêem é apenas o esqueleto. E digo-vos que não é fácil nivelar e aprumar madeira; sobretudo quando faço questão de que seja um trabalho solitário. Se alguém está com ideias de fazer a mesma coisa, um conselho: comprem muitos grampos; dão um jeito dos diabos.

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