pauloadriano.pt

O tesouro francês

#125, 18-09-2012 @19:30 GL9AP9EM

A viagem correu normalmente, sem atribulações dignas de registo e facilmente cheguei ao destino, talvez por não inventar percursos e experimentar trilhos desconhecidos. Quando saquei do radar para procurar o tesouro, é que a coisa piou mais fino: ‘tá doido. Ora estava no ponto zero, ora o ponto zero estava a dez metros! Mas em que é que ficamos? Subi e desci o morro, andei num lado e noutro da estrada, mas o sinal não tinha maneira de estabilizar. Sendo assim, vamos fazer a coisa à antiga e, já agora, de uma maneira inteligente: se eu fosse geocacher, onde esconderia o taparuére? Quais gps, quais radares; assim é que as coisas funcionam mesmo. Num instante, tinha-a na mão, a caixita, redonda.

Depois do registo, reparo que o smartphone está e reiniciar. Não fico muito contente já que isso significaria que o registo da viagem – feito pelo sports tracker – tinha ido às malvas, e os onze quilómetros feitos perder-se-iam nos anais do ciclismo. Tudo bem que há males piores.

Vamos mas é para casa que, entretanto se faz noite. Pelo caminho ainda aproveito para começar a fazer a manutenção da fonte das galantes, que está a precisar dum livrinho novo (um “obrigadinho” ao indivíduo que retirou a ripa que o ocultava, bah).

Entretanto fez-se noite, o que deu também para estrear as luzes adquiridas recentemente. Estão aprovadas. Uma delas é esta.