O problema é o tempo. Não o sol ou a chuva ou o vento ou o frio. É a falta dele. Para andar de bicicleta é preciso tempo. Pelo menos hora e meia, se não a coisa não resulta.
#119, 15-08-2012 @17:35 GC1G9MB
Em dia de feriado, tinha a tarde livre. Quatro horinhas que me levariam ao Pedrógão e ainda daria para as caches daquela povoação. Dito e feito, pus-me a caminho e, depois, na chegada aos arrabaldes da povoação, siga para o ponto zero do primeiro taparuére. Diga-se que foi o mais complicado: caminhar em areia com o veículo atrelado não ajuda. Mas ajuda ainda menos quando as coordenadas não indicam o local certo. E, por ali, havia tanto sítio para esconder uma caixita. Valeu-me uma leitura mais atenta dos registos anteriores, para saber que o desvio de alguns metros tinha solução.
(Agora, um recado para o dono: já era hora de corrigir as coordenadas, ou então, digo eu, mudar o grau de dificuldade…)
Siga.
#120, 15-08-2012 @17:51 GC16AZ6
A segunda meta, já seria dentro da povoação, entre a praia dos campistas e a outra, num local aprazível onde se encontra, emburacado, um pequeno parque. Temi não a fazer, já que, em dia santo, a afluência de gente fosse grande. Tentei ser discreto por razões óbvias e acho que o consegui. Apenas um casalito de namorados estava no meu ângulo de visão, mas com outros pontos de interesse.
#121, 15-08-2012 @18:02 GC1VNQK
Já a terceira e última, estava ainda mais à beirinha da praia. Estacionado o bólide, lá me sentei num calhau como quem estaria a admirar o mar e a desfrutar do dia, enquanto perscrutava e encontrava o recipiente. Feito.
O resto do tempo, antes do regresso, foi para visitar a casa amarela e beber uma imperialzita com o anfitrião mais a família.