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Era Uma Vez o Santuário de Fátima

#104, 14-07-2012 @18:26

Hoje foi dia de Casa Jovem e eu, um dos voluntários para estar naquele espaço que o santuário de Fátima criou para a malta mais nova que visita o recinto. É o segundo ano que, depois de um longo interregno, que esta iniciativa está de pé. Daí que, o local não seja muito frequentado, pelo que dá oportunidade para haver mais convívio entre os que se dispuseram ao trabalho.

Num período de maior acalmia, lá deixei a Sara e o Davide a fazer o trabalho que também devia ser meu para ir à procura de outro tipo de tesouro que ainda constava da minha lista de não-descobertos.

No princípio, estava difícil o gps dar com o sinal, talvez da vegetação que envolve o recinto. Enquanto não o apanhava, dirigi-me ao local do Era Uma Vez o Santuário de Fátima [Fátima] V2. Mais ou menos. Não fosse a dica e havia de ser o cabo dos trabalhos: só para dar a volta à vegetação, temos de dar corda aos sapatos e andar umas boas dezenas (centenas?) de metros. Só o tive de fazer uma vez e já custou.

No local indicado pelo gps, atrevi-me a levantar uma tampa. Errado! Aquele não era o sítio; havia um desvio de alguns metros, pelo que, numa breve passagem de olhos pelo local, lá dei com qualquer coisa que parecia demasiado artificial para ser o que pensaríamos. Sem dúvida, ali estaria o tesouro. Verifiquei se não havia mirones e lá acedi ao conteúdo para fazer o respectivo registo.

Mais tarde, o DavideJesus acompanhou-me na visita às Pracetas Santo António que, como eu, ainda não tinham sido descobertas por ele. Na minha eterna ânsia de a descobrir rapidamente, lá calhou fazer uma interpretação da dica que, mais tarde, se revelou errada: as quatro mais estreitas bem podiam ser floreiras, mas aquilo eram mais canteiros que floreiras. Coube ao meu parceiro a interpretação correcta e a descoberta do recipiente(zinho) que, de tão bem camuflado, se arriscaria a continuar tal e qual caso eu, desta vez, fizesse geocaching solitário. Ainda bem. Com companhia, torna-se tudo mais fácil e dá mais tempo para apreciar a envolvente.

A Senhora disse então aos três pastorinhos que era necessário rezar muito e convidou-os a voltarem à Cova da Iria durante cinco meses consecutivos, no dia 13 e àquela hora. As crianças assim fizeram nos meses seguintes… e nos dias 13 de Junho, Julho, Setembro e Outubro, a Senhora voltou a aparecer-lhes e a falar-lhes, na Cova da Iria. A 19 de Agosto, a aparição deu-se no sítio dos Valinhos, a uns 500 metros do lugar de Aljustrel, porque, no dia 13, as crianças tinham sido levadas pelo Administrador do Concelho, para Vila Nova de Ourém