#102, 01-07-2012 @18:47
Mais uma.
Os domingos à tarde, após o repasto do almoço, provocam-me sonolências. Depois do almoço na casa dos pais, o regresso a casa foi tudo menos pacífico: as minhas pálpebras pareciam dois cepos e só a muito custo as consegui manter abertas até ao destino. Apetecia mesmo uma sesta. Mas não, o melhor era mesmo um bocadito de exercício. E assim foi.
Ainda convidei a mulher a ir e o miúdo podia fazer companhia aos avós. Não me importava nada de abdicar de um “taparuére” para ter a companhia dela. Não quis, que tinha muito que fazer. Ela é assim, não gosta de adiar nada, sobretudo trabalho. E não sei de casa sem ter tudo feito o que, para mim, é um mistério que, estou convencido, nunca poderei compreender.
Vou sozinho e, assim sendo, aproveito para aumentar o meu “score”. Pelo caminho, fiz alguns desvios de curiosidade, nada de monta.
Chegado ao destino, pareceu-me que o gps andava um bocado às aranhas. Eu, com ele não mão (o gps, entenda-se), andava ali às voltas no meio daquele descampado com ares de abandono. Na terceira hipótese, consegui o desiderato. E tão simples e visível que estava. Cumpri a vontade do progenitor e apenas retirei o livrinho de apontamentos.
No regresso, ainda passei pelo nome de uma caixa a que davam o nome de descanso. Depois de muito procurar é que reparei que estava desactivada. Já começa a ser normal: já estão no telemóvel há tanto tempo que algumas ganham bafio.
Finalmente, apanhei o caminho de regresso pelo campo de lançamentos. Há muito que estava para matar a curiosidade em saber onde iria dar aquele passeio marginal ao rio. Agora já sei.
Ja foi um local de convivio e uma discoteca nocturna de kizomba. Neste momento esta fechada o recinto. da apenas para ver o que ja foi uma columbófila.
Columbofilia é a uma modalidade desportiva relacionada a corrida entre pombos-correio.
Columbófilos são os criadores de pombos-correio.