#90, 9/5/2012@19:43
Ver registo no artigo anterior.
Um VG na torre da igreja de Nossa Sra. das Vitórias.
#90, 9/5/2012@19:43
Ver registo no artigo anterior.
Um VG na torre da igreja de Nossa Sra. das Vitórias.
#89, 9/5/2012@19:20
Ver registo no artigo anterior.
Esta cache está escondida num local que conhecia apenas como Campo de Tiro. Está localizado em Amor – Leiria. Há cerca de 15 anos que não o visitava e fiquei surpreendido pela transformação que sofreu. Foi vedado e agora chama-se Clube de Caça e Pesca D. Dinis. Estudei no Colégio D. Dinis de Melo que se encontra a poucas centenas de metros do local. Quando andava no 6º ano de escolaridade não tinha aulas à 4ª feira de manhã. Como no dia anteriror tinha havido Tiro aos Pratos, eu e o meu colega iamos bater o terreno em busca de pratos que se mantivessem inteiros. Conseguimos armazenar centenas e centenas de pratos. Coisas de miudos :p
Neste momento aquilo parece lançado ao abandono 😦
#88, 9/5/2012@19:04
Estou chateado, é claro que estou chateado. Aliás, estou deveras aborrecido, maçado, irritado, zangado e até mesmo desconsolado. Quais ministro do governo ou deputado do parlamento, quais quê! Nem um presidente da câmara ou da junta! Nem sequer um edilzinho (ui, que palavra) apareceu. Acho que merecia, era o mínimo que podiam fazer por mim… Estou desconsolado (acho que já usei esta)… desconsoladíssimo.
Então, estreio e inauguro a minha bicicleta nova em folha, toda artilhada, com travões e tudo, um cantil com água, e até um suporte p’ró meu gps descontinuado, e tenho de mandar os foguetes e apanhar as canas sozinho? Nem uma salva de palmas? Nem um discursozito de ciscunstância? A austeridade não explica tudo e, ao menos, tivessem mandado um sms a dizer “estamos a tentar pôr o márito soares num asilo”…
Só por causa disso, vou procurar uma caixinha. Uma bem perto, não vá estragar o veículo.
Agarro no velocípede e sigo para o vértice geodésico de Amor. Não, do Casal dos Claros, não algum leitor sentir-se incomodado com as extremas das povoações (para mim, o Casal será sempre um lugar de Amor). Como o android estava em dia sim, foi chegar, avistar o “isto é um jogo!”, abrir e fazer o registo.
A coisa correu tão bem que ganhei vontade de fazer outra. E como estava ali perto, também não iria exigir muito esforço da minha parte. O local do campo de tiro já é um velho conhecido meu, desde os tempos em que dava aulas no colégio ali ao lado e, de quando em vez, até servia de cenário para uma ou outra prelecção. E, curiosamente, até estava nas minhas cogitações deixar ali um taparuére.
Também esta foi de grau de dificuldade muito baixo. Tão baixo que, como diz a dica, foi só abaixar. Repito, o gps e o meu geoinstinto estavam em dia sim. Daí que o cartucho me viesse parar às mãos num ápice.
Ora, a próxima vai ser em… Riba d’Aves. A minha motivação estava em alta e, como ainda tinha um tempito antes da janta para fazer mais alguns quilómetros, foi seguir e pronto. E tudo correu bem até… chegar aquele corte para a povoação de destino. Aquela subida não é para amadores como eu. Confesso que tive de me apear duas vezes para aligeirar o esforço das pernas. Tirando isso, a coisa até correu bem e, para não variar, o registo foi feito com toda a naturalidade: era desviar o telhão e… pronto!
Agora sim, vamos para casa, que a mulher já deve estar a pensar que me aconteceu alguma.
E foi assim: uma cerimónia de abertura muito simples com três brindes e vivas a mim mesmo. Agora que falo nisso, acho que faltou partir uma garrafa de champanhe no veículo, mas disseram-me que isso só funciona com barcos.
nada a assinalar
#87, 22/4/2012@12:27
Ver registo no artigo anterior.
O Campo de Futebol Vale da Sobreira, pertencente à Associação Desportiva e Recreativa de Barreiros (A.D.R.B.) e foi inaugurado em 1982. Este faz parte da história das localidades de Barreiros e Casalito.
O local onde se encontra o campo de futebol foi doado à A.D.R.B. pela Junta de Freguesia de Amor a 8 de Maio de 1981. Até esta data a equipa de futebol 11 de Barreiros jogava num campo de cultivo, cujo nome era Campo de Futebol do Pastel. Actualmente, este campo serve para a realização de jogos de futebol 11 das Velhas Guarda do clube.
#86, 22/4/2012@12:07
Mais um dia dedicado à “tour – quando for grande quero chegar às cem” e que bem se podia chamar “uma cache por mês: tá feita! É de vez”. Sim, porque com a maluqueira com que ando, não há quem me apanhe e os meus números já começam a fazer inveja a muita gente. Sobretudo àqueles que são “geocachers” há muito tempo, tipo, duas horas.
Agora, deixemos os encómios de lado, e vamos ao que interessa. E o que interessa é… aproveitar uma manhã domingueira para queimar algumas calorias. Não muitas, porque pode aparecer a polícia e multar quem faz queimadas sem licença. Além disso as associações de defesa dos animais andam por aí, à cata de infractores.
Saí em direcção à igreja dos Barreiros que era aí o destino para fazer o registo da caixinha. Pelo meio, o meu veículo quis, mais uma vez, fazer das suas. Que é como quem diz: vê lá se perdes a vergonha e arranjas uma bicla que seja digna desse nome. Ignorei, pus a corrente no sítio onde devia e segui caminho.
No destino, lá me sentei como quem espera a carreira. Era aí o ponto zero. O meu. Quem me visse: olha m’este! Não deve ter aguentado a pedalada e vai de autobus p’ra casa. Ainda dei a volta à barraca a ver se via a coisa. Mas nada. Vai daí, não vá o diabo tece-las, vamos fazer um “refresh” à descrição da página, maravilhas de ter net – mas pouca – no telemóvel, e poder fazer a coisa ali mesmo. Em boa hora o fiz: não é que a magana tinha mudado de sítio e arranjado um apartamento mais sossegado. Vamos lá fazer uma visita.
Caramba, desta vez o ponto zero dá-me lá dentro do salão. Ou então é a torre sineira que não deixa o satélite trabalhar em condições. Mais duas ou três verificações e acabei por vê-la a tentar piratear uma baixada da edp.
Siga pr’ó campo de futebol. Com poucas esperanças, confesso, que aquele destino já era bem conhecido de outras infrutíferas investidas. Desta feita, com novas coordenadas e deslocalização do contentor, pode ser que a coisa resulte.
Chegado ao destino, tinha a companhia de um atleta de domingo que andava ali à voltas pelo campo. Vou ter de ser discreto e lá me sentei no banco. Enquanto não recebia ordens do treinador para o aquecimento, vasculho o local. Não vejo nada que possa albergar uma “cache” pequena e passo às redondezas. Nada feito.
Querem ver que ainda não é desta. Isto já começa a irritar e alargo o raio de pesquisa por uns bons 8 metros. Nada.
Volto a sentar-me no banco. Volto a sair do banco. Quase a desistir, volto a sentar-me no banco. Desta vez, vou meter o dedo em tudo quanto é buraco. Não é preciso: um deles tem uma cor diferente que revela o recipiente. FI-NAL-MEN-TE!
Um VG na torre da igreja de Nossa Senhora Conceição (Imaculada Conceição Virgem Santa Maria) como se lê no edital. Uma cache simples que apenas quer “falar” em VG.
O VG encontra-se a 126,73mts de altitude.