Em casa confirmei que, afinal, estava tudo bem com o taparuére e, mais ainda, consegui confirmar através de um “spoiler” inadvertido o local exacto.
Portanto, na segunda incursão, com a lição devidamente estudada, as coisas seriam bem mais fáceis, tirando o senão de, mais uma vez, o local continuar a ser bem frequentado, desta feita com polícia e tudo. Tinha a meu favor o facto de estarem bem mais distantes e, por isso, verifiquei o primeiro sítio. Nada! No segundo, também nada.
– Mau! Querem ver que ainda não é desta.
Como se costuma dizer, à terceira é de vez. Lá estava ela enroladinha e apertadinha, escondida dos aviões. Pelas suas características, estou a pensar fazer uma geminação com uma cache de que sou proprietário… Foi deixar o autocolante e ir embora.
Esta cache encontra-se muito perto do aeródromo e tem como objectivo dar a conhecer esta importante estrutura e apreciar a movimentação das máquinas voadoras ou eventualmente desfrutar de uma magnífica vista aérea, através de um voo com um piloto disponível.