A primeira incursão resultou numa nega. Há dias em que a gente tá um bocadito pró lerdo e isso aconteceu comigo. E as circunstâncias também não ajudaram nadinha. O ponto final parecia ter sido inundado de propósito por visitantes ocasionais o que me levou a encetar as buscas de uma forma cautelosa para não colocar o recipiente em risco. Por um lado, era estranho eu não conseguir vislumbrar um local onde o dono pudesse ter deixado a coisa e, por outro, achava também estranho que a zona fosse frequentada daquele maneira: basicamente os carros iam e vinham sem razões aparentes. Ainda tentei alargar o perímetro, mas acabei por deixar para outras núpcias no pressuposto de que ela não estivesse activa. Poderia ter actualizado a “listing”, mas a bateria do aparelho estava a dar as últimas e nós sabemos que esta coisa do 3g come que se farta. É mais um pretexto para dar outra voltinha para ver os aviões.
Em casa confirmei que, afinal, estava tudo bem com o taparuére e, mais ainda, consegui confirmar através de um “spoiler” inadvertido o local exacto.
Portanto, na segunda incursão, com a lição devidamente estudada, as coisas seriam bem mais fáceis, tirando o senão de, mais uma vez, o local continuar a ser bem frequentado, desta feita com polícia e tudo. Tinha a meu favor o facto de estarem bem mais distantes e, por isso, verifiquei o primeiro sítio. Nada! No segundo, também nada.
– Mau! Querem ver que ainda não é desta.
Como se costuma dizer, à terceira é de vez. Lá estava ela enroladinha e apertadinha, escondida dos aviões. Pelas suas características, estou a pensar fazer uma geminação com uma cache de que sou proprietário… Foi deixar o autocolante e ir embora.
Esta cache encontra-se muito perto do aeródromo e tem como objectivo dar a conhecer esta importante estrutura e apreciar a movimentação das máquinas voadoras ou eventualmente desfrutar de uma magnífica vista aérea, através de um voo com um piloto disponível.