Ontem à noite, avancei um nível na minha relação com o Twitter. Enquanto acompanhava a entrevista online com o pm, ia debitando/lendo o canal identificado pela hashtag #entPM. Foi qualquer coisa de alucinante. Quer dizer… nem tanto assim. A experiência cibernáutica sim, a entrevista em si, não… Neste momento, estou a tentar “twittar” automaticamente os artigos deste blog. Este será a primeira experiência.
Monthly Archives: Abril 2009
Lei de Hanlon
Nunca atribua malícia ao que pode ser adequadamente explicado por incompetência.
Numa variação da Lei de Ockam (“pluralitas non est ponenda sine necessitate”, ou, numa interpretação livre, “a explicação mais simples é normalmente a mais correta”), a Lei de Hanlon faz um comentário sarcástico sobre a natureza humana, e poderia ser postulada como uma mistura do Princípio de Peter com a Lei de Sturgeon: noventa por cento da humanidade é incompetente.
A autoria da Lei de Hanlon é incerta (não por malícia, mas certamente por incompetência). Há quem afirme que foi criada por Robert J. Hanlon, citado por Arthur Bloch em um de seus vários livros sobre a Lei de Murphy. Mas a versão mais aceite considera Hanlon como uma corruptela do sobrenome do famoso autor de ficção-científica Robert Heinlein e aponta como evidência uma frase do seu conto Logic of Empire, de 1941: “Você assumiu como vilania o que é simplesmente resultado de estupidez.”
Lei de Hanlon
Nunca atribua malícia ao que pode ser adequadamente explicado por incompetência.
Numa variação da Lei de Ockam (“pluralitas non est ponenda sine necessitate”, ou, numa interpretação livre, “a explicação mais simples é normalmente a mais correta”), a Lei de Hanlon faz um comentário sarcástico sobre a natureza humana, e poderia ser postulada como uma mistura do Princípio de Peter com a Lei de Sturgeon: noventa por cento da humanidade é incompetente.
A autoria da Lei de Hanlon é incerta (não por malícia, mas certamente por incompetência). Há quem afirme que foi criada por Robert J. Hanlon, citado por Arthur Bloch em um de seus vários livros sobre a Lei de Murphy. Mas a versão mais aceite considera Hanlon como uma corruptela do sobrenome do famoso autor de ficção-científica Robert Heinlein e aponta como evidência uma frase do seu conto Logic of Empire, de 1941: “Você assumiu como vilania o que é simplesmente resultado de estupidez.”
10 minutos
“Dez minutos” é um curta-metragem de Alberto Ruiz Rojo. Conquistou o Goya para a melhor curta-metragem em 2005. O argumento é baseado numa desesperada chamada de Enrique(o protagonista do filme) para o serviço ao cliente da sua companhia telefónica para obter o número de telefone que foi chamado a partir do seu telemóvel.
Do outro lado da linha não se pode fornecer esta informação, a informação vital para o seu futuro sentimental.
10 minutos
“Dez minutos” é um curta-metragem de Alberto Ruiz Rojo. Conquistou o Goya para a melhor curta-metragem em 2005. O argumento é baseado numa desesperada chamada de Enrique(o protagonista do filme) para o serviço ao cliente da sua companhia telefónica para obter o número de telefone que foi chamado a partir do seu telemóvel.
Do outro lado da linha não se pode fornecer esta informação, a informação vital para o seu futuro sentimental.
http://video.google.es/googleplayer.swf?docid=-4972308823111110982&hl=es&fs=true
O mural do quarto do João

Conforme prometido aqui, mostro o aspecto final do quarto do João. Depois de muitas horas – que não contabilizei já que fui aproveitando os bocadinhos mais aliviados – a tentar ser artista mural, finalmente dou por terminado o trabalho. Confesso que a parte final foi a mais trabalhosa, aquela em que o desenho dos contornos exigiram mais minúcia e controlo da mão. Agora, resta o João crescer e, talvez daqui a uma década exija um quarto novinho em folha, porque o pai pintou-lhe um desenho fatela… Até lá, pode ser que as cores lhe estimulem os sentidos.
O mural do quarto do João

Conforme prometido aqui, mostro o aspecto final do quarto do João. Depois de muitas horas – que não contabilizei já que fui aproveitando os bocadinhos mais aliviados – a tentar ser artista mural, finalmente dou por terminado o trabalho. Confesso que a parte final foi a mais trabalhosa, aquela em que o desenho dos contornos exigiram mais minúcia e controlo da mão. Agora, resta o João crescer e, talvez daqui a uma década exija um quarto novinho em folha, porque o pai pintou-lhe um desenho fatela… Até lá, pode ser que as cores lhe estimulem os sentidos.